Espaço para comunicar erros nesta postagem
Já imaginou uma bola de futebol que envia informações em tempo real para o árbitro? Parece coisa de videogame futurista, mas essa é a proposta da “Precisionshell”, a bola oficial da primeira edição da nova Copa do Mundo de Clubes da FIFA.
E o melhor: ela vem com um chip de altíssima precisão pensado para resolver um dos maiores pesadelos dos torcedores… os erros de arbitragem.
A bola que conversa com o VAR
O grande destaque dessa bola não está só no design inspirado na bandeira dos Estados Unidos. O que realmente chama atenção é a tecnologia embutida. Dentro dela, há um chip de 500 Hz que consegue detectar o momento exato em que o jogador encosta na bola.
Esse dado é enviado instantaneamente para a equipe do VAR, que pode ajudar o árbitro de campo a tomar decisões com muito mais rapidez e precisão. Isso significa menos paralisações no jogo e menos polêmicas nas redes sociais.
Adeus aos lances duvidosos?
Em jogos decisivos, um erro milimétrico pode mudar tudo. Que o diga a torcida do Atlético de Madrid, que até hoje não superou a cobrança de pênalti anulada contra o Real Madrid na Champions League. Se essa tecnologia já estivesse em campo naquela partida, talvez o desfecho fosse outro.
Agora, com a chegada da nova Copa do Mundo de Clubes, a FIFA aposta nessa inovação como aliada para partidas mais justas, especialmente em um torneio que contará com os principais clubes do planeta.
Brasil bem representado na estreia
E por falar em Copa do Mundo de Clubes, o Brasil terá quatro representantes no torneio: Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras. Todos com a missão nada fácil de enfrentar gigantes europeus em solo norte-americano, entre os dias 15 de junho e 13 de julho.
Essa será a primeira edição do torneio com 32 equipes, reunindo campeões e grandes forças do futebol mundial. E quem sabe não veremos um brasileiro levantando a taça com a ajuda dessa bola que pensa?
Curiosidade extra: o chip é tão preciso que...
O chip interno da Precisionshell consegue identificar até se um jogador deu dois toques seguidos na bola durante uma cobrança de falta ou pênalti, o que já foi motivo de muita discussão em jogos passados. Ele também ajuda a entender se o passe foi tocado por mais de um atleta ou se houve desvio antes de um impedimento.
Ou seja, não é exagero dizer que essa tecnologia pode mudar o jeito como assistimos e entendemos o futebol.
Publicado por:
Jordão Vilela
Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.
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