Sabado, 06 de Dezembro de 2025
Tiroteio perto da Casa Branca deixa dois agentes mortos

História e Geografia

Tiroteio perto da Casa Branca deixa dois agentes mortos

O ataque ocorreu em meio à polêmica mobilização da Guarda Nacional ordenada por Trump.

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Um ataque que mudou o ritmo da cidade: o que aconteceu perto da Casa Branca?

Era fim de tarde em Washington D.C., e o típico movimento pré-feriado tomava conta das ruas. Turistas tiravam fotos, moradores se apressavam para chegar em casa e sirenes distantes misturavam-se ao barulho cotidiano da capital americana. Até que, de repente, tudo mudou. Uma sequência de disparos ecoou perto da Casa Branca e transformou o cenário em caos.

A correria tomou conta das ruas. Pessoas se abrigaram atrás de carros, agentes correram em direção ao som dos tiros e, em segundos, o clima pacífico deu lugar a um medo que parecia sair diretamente de um filme de ação.

Mas era real. E trágico.

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Dois agentes da Guarda Nacional são mortos

Dois membros da Guarda Nacional, parte de um destacamento ordenado em agosto pelo então presidente dos Estados Unidos Donald Trump, foram baleados e morreram após o ataque. A informação foi confirmada pelo governador de Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey.

O suspeito, segundo Trump, também está gravemente ferido e sob custódia policial.

“O responsável pagará um preço muito alto”, escreveu o ex-presidente em sua rede social Truth Social.

Uma sequência de disparos ecoou perto da Casa Branca
Dois membros da Guarda Nacional foram baleados

 

O que a Casa Branca disse sobre o ataque?

Logo após os primeiros relatos, a Casa Branca afirmou que estava ciente da situação e acompanhando tudo de perto. A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, confirmou que o presidente atual havia sido informado rapidamente sobre o ocorrido.

Trump, que estava na Flórida para o feriado de Ação de Graças, também se manifestou publicamente, chamando os agentes envolvidos de “pessoas verdadeiramente extraordinárias”.

Testemunhas descrevem pânico e rajadas de tiros

A região ficou tomada por relatos que reforçam a intensidade do ataque. Tim Moye, de 48 anos, que estava visitando o filho que trabalha na Casa Branca, afirmou ter ouvido pelo menos cinco tiros.

Outras testemunhas relataram uma sequência inicial de disparos, seguida por uma “chuva” de tiros cerca de 20 segundos depois. Nesse intervalo, civis correram para se proteger enquanto agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos cercavam a área, perseguiam o suspeito e tentavam reanimar um dos guardas feridos.

Dois membros da Guarda Nacional
 A região ficou tomada por relatos que reforçam a intensidade do ataque

 

Contexto da tensão: mobilização da Guarda Nacional

O ataque acontece em um momento delicado. A mobilização de mais de dois mil soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos em Washington, ordenada por Trump, já havia provocado protestos e disputas judiciais. Na semana anterior, um juiz federal havia suspendido temporariamente essa mobilização, considerando-a provavelmente ilegal.

Na terça-feira, o governo entrou com um recurso tentando derrubar a decisão. O ataque desta quarta adiciona ainda mais peso político e emocional ao tema.

O que se sabe até agora?

A Guarda Nacional ainda não se pronunciou oficialmente. Autoridades devem realizar uma coletiva de imprensa para divulgar novos detalhes. A área continua sob investigação e reforço policial.

O que motivou o ataque? Havia mais pessoas envolvidas? Qual será o impacto político dessa tragédia?

Essas perguntas ainda esperam respostas.

O que se sabe é que Washington viveu mais um dia que ficará marcado na história recente da cidade.

FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): AP Photo/Evan Vucci

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